Cute Pink Kaoani

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Fortaleza Capital do MEDO.



Sabemos que chegamos á um extremo de falta de limites quando vemos acontecer situações como á de ontem e de todas as vezes que essa cidade recebe o tal clássico Ceará X Fortaleza. Gente de bem correndo para voltar para casa com medo das “torcidas” Quadrilhas organizadas soltas nas ruas. Famílias inteiras trancafiadas em casa, recomendação dos responsáveis pela segurança pública. Porque á rua é dos que deveriam estar trancafiados nas cadeias. Em minha opinião faltam é celas e efetivo policial pra meter na prisão desde os dirigentes dessas torcidas até quem é responsável pelos desmandos de priorizar um evento de terror como esse á vida dos cidadãos. Faz tempo que esses intitulados eventos esportivos não passam de uma demonstração de como anda espalhado o lixo da bandidagem no meio da rua. Não culpo quem cumpre ordens e esta á mercê dos que mostram o que podem e o que a gente não pode e não tem direito na mão deles. Não há como culpar quem trabalha desestimulado, sem condições mínimas de trabalho. Falta efetivo, temos um policial para cada 565 habitantes. Falta estimulo. Policial morto é só mais uma baixa e uma família desamparada de pai e de sustento sem previsão de data para voltarem ao menos a terem á mínima condição de sobrevivência. Se troca tiros com um bandido. Corre direitos humanos, imprensa, sociedade hipócrita e mais uma penca de algozes de seus superiores á acusarem, pedir punição e tirar os poucos direitos que eles têm e desrespeitar alguns outros. Porém ironicamente em ocasiões como as de ontem os entornos e vias de acesso a arena castelão estava tomado por policiais á proteger a bandidagem que se deslocava até o espetáculo de horrores. Pasmem todos! Todo o efetivo responsabilizado por cada bala disparada, cada pedrada, facada, paulada e toda sorte de miséria que eu e você sabemos que acontece em meio a esse público circo de palhaços marcados. Depois de um dia como este ninguém conta na imprensa onde é que faltaram policiamentos, quem morreu vítima de latrocínio, onde teve casas invadidas e quem ficou ferido ou foi afetado pelos bandidos que os próprios governos soltam nas ruas nesses clássicos dias de terror. Acho até que há toda uma organização por parte das quadrilhas em dias anteriores a esses. Assim como a polícia mobiliza todo seu efetivo para dar segurança as quadrilhas irem e voltarem para casa, assegurando assim o meu e o seu direito de ser assaltado, esfaqueado, morto por estes mesmos em dias comuns. Os bandidos que se ausentam desse grande evento ocupam-se em tocar o terror no resto da cidade, também em pontos estratégicos. É uma verdadeira festa. Enquanto a bandidagem se diverte pais, mães, irmãos, filhos estão a sua própria sorte entregues nas mãos deles, contra a própria vontade, mas de acordo com todos os seus juramentos. Outros tantos esperam em casa aflitos. Pelos únicos cidadãos que não tem direito a proteção dos governos. Sua única proteção é a arma que portam ao coz carregada por balas que terão que declarar cada disparo. Eles contra uma multidão de delinquentes criados e sustentados por políticas de governo falidas, métodos de segurança pública que só dão resultado negativo e por cada um dos pais e mães que esqueceram que educação e moral são lições dadas em casa e não dependem de classe social. Eles contra os direitos que deixamos de ter ofertado a quem tira mais um direito nosso todos os dias: De ir e vir. Eles contra uma “torcida”, quadrilha armada pelas próprias mãos do governo e abonada com mais um dia só deles. É o “clássico” Dia do bandido. E viva o auxilio “reclusão”, auxilio arma na mão. A menor idade penal, incentivado pelas outras bolsas e abonos. E viva ao futebol, a copa do mundo que fecha cega nossos olhos para tudo isso e não enche barriga de ninguém. Viva ao Fortaleza e Ceará enquanto equipes esportivas que incentivam as rivalidades entre torcidas como que apresentassem nos campos combates de gladiadores. Digo, incentivam porque por eles mesmos não fosse o único intuito de encher os bolsos a partir do primeiro dia de terror entre tantos que já ocorreram já teriam optado por fazerem suas partidas fechadas, até que houvesse nos estádios realmente torcedores e não bandidos disfarçados. E viva a todos nos que esperamos a copa das confederações, o grande evento mundial da copa do mundo no país do terror e na capital do medo.


Lia Joca









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