Cute Pink Kaoani

terça-feira, 2 de abril de 2013

Chega de Conceitos.




Estamos na era da luta do não ao preconceito. Mas será que já refletimos sobre todos os conceitos envolvidos nesses casos de homofobia, preconceito étnico e social? Revoltamos-nos com o preconceito racial, porém os mais alterados com isso não queriam que os filhos namorassem gente com pele morena, não quer ter filhos e netos de cabelo enroladinho, sejamos realistas. Você acha engraçadinho o filho do conhecido ou a criança na rua, mas toma por exótico. De verdade os mais briguentos, lutadores das igualdades são assim. Já disse em outro texto meu que quem não vê os outros com preconceito não precisa travar guerras, simplesmente convivem com as diferenças sem enxerga-las, sem dá ênfase. Quem gosta de gente, não vê nada além de gente. Botamos a boca no mundo se alguém torce o nariz para um ou diz não aceitar as diferenças sexuais, mas também não somos capazes de aceitar que nosso filho, filha ou parente tome posição como homossexual. Em geral aceitamos o filho da vizinha, lutamos pelo respeito para ele, o tratamos como tadinho. Ele não é diferente minha gente, não é coitado, talvez seja até mais feliz que a gente. Conheço uma penca de gente de opção sexual diferente da minha. Gente que é muito, mas muito gente mesmo, ótimos amigos, ótimos filhos, boas pessoas, de coração grande e de postura impecável. Porém todos eles sabem também como penso. Minha opção sexual e respeitam minha postura. Não se trata de preconceito, de homofobia. Trata-se de respeito; GENTE, que é GENTE, convive bem com todas as diferenças como já disse. Ora! Eu não sou homossexual, Fato! E também não sou á favor da libertinagem e falta de moralidade. Não acho que homossexualismo caminhe junto á falta de pudor, respeito a si mesmo e aos outros e a vulgaridade. Hetero ou Homossexual o que falta no mundo é educação, moralidade. Saber que casal seja qual for sua opção não precisa tá esfregando-se e enrolando língua na rua. Não precisa divulgar em banners sua sexualidade, não precisa de parada gay, não precisa se mostrar diferente, até porque soa como um tipo de preconceito á si mesmo. Todos nos eu, você, na minha opção sexual e na sua também queremos ser felizes, queremos ser casal, lutamos para ser família, queremos criar filhos educa-los e a única forma de isso acontecer sem fazê-los crescer em uma cultura racista é mostrando-se em atitudes que somos iguais. Não acho que haja diferença entre criar um filho em um lar hetero e um lar homossexual, não acho que isso vá influencia-lo em nada, se não a família hetero não teria filhos homossexuais. Em qualquer lar precisa ter amor, só isso. Precisa ter educação, cultivo do respeito pela dignidade humana e o esquecimento desse conceito bobo de diferenças. Já disse! Bonito é criar os filhos gostando de gente, olhando para gente e não para conceitos e preconceitos. Que tal? Que bom seria se não ensinássemos nossos pequenos a chamar o amiguinho de moreninho e sim pelo nome. A criança menos abastada como pobrezinho e sim como mais um amigo que de alguma forma hoje ele tem condição de ajudar. O conceito de diferença tá entranhado nas pessoas, a cultura das diferenças, de respeitar porque, coitadinho é mais escurinho, é especial, é homossexual, é pobre. E tá tudo errado! E essa geração não vai aprender. Mas podemos mudar as próximas, podemos ser agentes transformadores de futuros humanos que gostam de gente que vivem com gente, que respeitam gente e não conceitos e preconceitos. E a mudança só acontece assim na educação, no crescimento. Faça crescer raízes no seu lar do respeito a humanidade, a família, a sociedade e veremos todos juntos uma brusca mudança não só na postura das pessoas quanto as escolhas sexuais, mas todas as outras escolhas. Se você é amado pelo que é não pelo que escolhe não há dúvidas dentro de você, não há atrativo para qualquer fuga. Acredito que o amor e o respeito seja o remédio para o mundo em todos os ambitos. Acredito que com uma cultura, educação de amor e respeito iríamos em breve ter um futuro de traficantes, aliciadores falidos, e muito menos gente ruim e com maldade no coração perto de nós. Bom! É o que eu acho! E em meio a esse mundo de dor e fragilização da humanidade dentro das pessoas tenho pena de quem não já se convenceu disso.

Lia Joca

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